quarta-feira, 4 de novembro de 2009

INVEJA;

Há muito que não entendo; há muito ainda a ser sabido. Mas, algo que me intriga profundamente e me deixa com comichões é a questão da inveja.
Por que alguém sente vontade de roubar a vida alheia?
Em minha concepção da bondade humana intrínseca, não há espaço para a maldade explícita, crua e cruel. Então não me é permitido compreender a vontade de alguns em ver o malefício do outro; vontade esta que é normalmente seguida de atitudes desprezíveis e imorais, visando à destruição do invejado.
É notório que este perverso querer está acompanha a Humanidade desde sempre. Segundo a história bíblica, Satanás fora expulso dos céus e em seguida exonerado de seu posto, simplesmente por invejar a Humanidade; já os homens, em sua insignificância, invejaram a Deus, e foram banidos do Paraíso. O mais antigo dos pecados é também a falha de caráter mais aterradora do ser humano; sendo portanto, a raiz de todos os males.
Incrivelmente, algumas pessoas em determinadas circunstâncias, sentem-se tão inferiorizadas que seu único recurso de defesa torna-se desejar a ruína daquele a quem estes gostariam de se assemelhar. Pobres que são os invejosos.
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Afinal, qual sentimento deve-se nutrir por esta categoria de pessoa? Indiferença? Seria bondoso demais. Dó? Até é possível. Já o desprezo? Este sim é muito provável.

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